E eu que já pus nas mãos de Deus,
sob a pena de não mais nele acreditar, a vida de meu pai. Desculpe-me, pai, foi
o máximo que pude fazer para te deixar partir. Junto contigo foi se o resto
dessa minha crença, enquanto comigo ficaste a dor, o peso do mundo – agora ainda
mais pesado, e a liberdade: a liberdade de um por eu, só. Obrigado, pai, por ter ido com Deus. Legaste-me a liberdade.
Deste-me, assim, novamente, a vida.
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