terça-feira, 24 de setembro de 2013

conforto de palavras acostumadas

O abandono tem um lugar em mim. Foi Manoel que me fez perceber isso. É um lugar cheio, preenchido de saudade, e, como podem ver, lotado de pieguice. Quando escrevo só me saem clichês. Deve ser a vontade de perenidade.

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