Pois é, vão-se as pessoas, fica a saudade, o olhar. Vago, distante, de noite e de dia, quando fica um pouco menos. Não menos triste, mas menos sabedor do que só a noite revela nas luzes amareladas dos postes que iluminaram o choro daquela madrugada, mais uma, fria, tão fria quanto as outras três e as próximas muitas que ainda virão com seus cafés quentes, piadas e tias distantes. Pois é, sem mais, já que palavras são poucas, e não quero insistir em fazer-lhes compreender isto que os dias me explicam sem nada precisar fazer além de nascer.
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