O ‘abismo que é pensar e sentir’ é uma das frases da minha vida, uma das minhas máximas, talvez. Não sei se por escolha deliberada ou trajetória à deriva, esse foi o caminho que percorri e que ainda trilho diariamente, e não sem estrago.
Este também é o ruído que o coração, teimoso em bater, emite aqui do lado de dentro. Barulhinho alto, constante, mas que se faz ouvir a qualquer um que, com alguma sensibilidade, se aproxima do mar por onde navega esse meu trem que não é de ferro, é de lágrima.
Sem valentia e calmo demais, sinto-me um homem estranho, e meu barco navega ao ritmo da chuva. Indeciso, sou passageiro de um destino que só vai ser como será. Quando será?
Pois é, ouvi dizer, não me lembro aonde, que esse ruído costuma ser eterno, faz no peito um carnaval que nunca tem fim... pensar e sentir, pensar e sentir, pensar e sentir, Piu uíííí.... pensar e sentir, pensar e sentir, pensar e sentir, Piu uíííí pensar e sentir... o vento vai dizer.
Este também é o ruído que o coração, teimoso em bater, emite aqui do lado de dentro. Barulhinho alto, constante, mas que se faz ouvir a qualquer um que, com alguma sensibilidade, se aproxima do mar por onde navega esse meu trem que não é de ferro, é de lágrima.
Sem valentia e calmo demais, sinto-me um homem estranho, e meu barco navega ao ritmo da chuva. Indeciso, sou passageiro de um destino que só vai ser como será. Quando será?
Pois é, ouvi dizer, não me lembro aonde, que esse ruído costuma ser eterno, faz no peito um carnaval que nunca tem fim... pensar e sentir, pensar e sentir, pensar e sentir, Piu uíííí.... pensar e sentir, pensar e sentir, pensar e sentir, Piu uíííí pensar e sentir... o vento vai dizer.
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