Às vezes me da uma
vontade de xingar todo mundo, ninguém especialmente. Não é uma raiva das
pessoas, mas de mim mesmo, dessa situação. Vontade de entrar numa briga, numa discussão,
de socar algo que represente essa desgraça, algo que materialize esses diversos
sentimentos estranhos e contraditórios que, desse jeito, enquanto estão invisíveis,
me matam impunemente.
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