Diante da tristeza e melancolia do domingo a noite,
tão real e tão sincera,
o restante da semana parece falso, mentiroso e ilusório.
Festas, risos, gargalhadas e amigos.
“Quem me vê sorrindo pensa que estou alegre”.
Em casa a verdade aparece,
Clara e real,
Em oposição a falsidade da rua
Alegre e feliz, fugaz e banal.
Agente vive duas vidas,
Se ilude duas vezes,
Acha falsa a alegria da rua,
E insuficiente a tristeza da casa.
Dá vontade de parar,
De sumir,
De chorar,
De não voltar,
Mas ninguém entenderia... as pessoas nunca entendem
Pensam que estou bem ao me verem na rua... aff
Elas não conhecem a realidade da casa.